O preço varia mais do que você imagina
De R$49/mês a R$2.000/mês. Essa é a faixa real de preços de sistemas de gestão condominial no Brasil em 2026. A diferença? Funcionalidades, número de unidades, modelo de cobrança e — o que quase ninguém te conta antes de assinar — quanto do que você precisa está realmente incluso no preço anunciado.
Porque o número que aparece no anúncio raramente é o número que cai na fatura. Escolher pelo menor preço costuma sair caro. Neste guia você vê os preços reais, os custos ocultos que pegam o síndico de surpresa e por que o modelo mais previsível — preço fixo por condomínio, com tudo incluso — é o que protege o seu bolso no longo prazo.
Os 3 modelos de cobrança do mercado
1. Preço fixo por condomínio (o mais previsível)
O condomínio paga um valor mensal único, independente do número de unidades (até certo limite). É o modelo mais simples de orçar e o que menos gera surpresa no fim do mês — você sabe exatamente quanto vai pagar.
Exemplo real: o Residente Online cobra R$229/mês para até 100 unidades, com reconhecimento facial nativo já incluso. Sem cobrar por módulo, sem taxa por boleto e sem fidelidade.
Quando faz sentido: para a maioria dos condomínios pequenos e médios. Quanto maior o condomínio, menor o custo por unidade.
2. Preço por unidade
O sistema cobra por apartamento/casa. Quanto mais unidades, maior o custo total — e a conta cresce junto com o condomínio.
Exemplos reais do mercado:
- R$3 a R$8 por unidade/mês em planos básicos
- R$8 a R$15 por unidade/mês em planos completos
- Condomínio de 100 unidades: R$300 a R$1.500/mês
O detalhe que assusta: um condomínio de 150 unidades pode pagar mais de R$1.000/mês só de mensalidade — antes de somar controle de acesso, que quase sempre vem à parte.
3. Preço por funcionalidade (módulos) — onde mora o perigo
O sistema tem um plano base barato e cobra adicional por cada módulo: financeiro, controle de acesso, assembleia virtual, app do morador etc.
O risco: você começa pagando R$99/mês e, quando ativa tudo que o condomínio realmente usa, está em R$600/mês. É o modelo que mais decepciona o síndico — o preço da vitrine nunca é o preço final. Leia o contrato inteiro antes de assinar.
Tabela comparativa de preços (2026)
| Sistema | Modelo | Faixa de preço | Inclui app morador | Controle de acesso |
|---|---|---|---|---|
| Superlógica | Por unidade | R$5-12/un/mês | Sim | Módulo adicional pago |
| TownSq | Por unidade | R$3-8/un/mês | Sim | Depende de parceiros |
| Condomob | Por condomínio | R$149-399/mês | Sim | Não inclui |
| Group Software | Por unidade | R$4-10/un/mês | Sim | Módulo adicional pago |
| uCondo | Por condomínio | R$99-299/mês | Sim | Depende de parceiros |
| Residente Online | Por condomínio | R$229/mês (até 100 un) | ✅ Incluso | ✅ Facial nativo incluso |
Preços baseados em informações públicas e podem variar conforme negociação. Repare num ponto que muda tudo na conta final: o Residente Online é o único da lista com reconhecimento facial nativo já incluso no plano, sem hardware caro nem módulo pago à parte. Nos outros, o controle de acesso costuma ser o custo que estoura o orçamento depois da contratação.
Cansado de somar módulos para descobrir o preço real?
No Residente é um preço só: R$229/mês até 100 unidades, com reconhecimento facial nativo, app iOS/Android e suporte por WhatsApp. Sem fidelidade, sem pegadinha.
Ver meu preço no WhatsApp →O que está incluso (e o que quase sempre é cobrado à parte)
Um preço mensal baixo pode esconder custos que só aparecem depois que você assina:
Geralmente incluso em qualquer sistema
- Gestão financeira (boletos, prestação de contas)
- Comunicação com moradores
- Reserva de áreas comuns
- Documentos e atas
- Suporte por chat/email
Geralmente cobrado à parte (aqui a conta cresce)
- Implantação: R$500 a R$5.000 (migração de dados, configuração, treinamento)
- Controle de acesso: R$100 a R$500/mês adicionais + hardware
- Assembleia virtual: R$2 a R$5/unidade por assembleia
- Boleto registrado: R$1,50 a R$3,00 por boleto (alguns repassam a taxa bancária)
- Suporte premium: atendimento por WhatsApp pode ser pago nos planos básicos
- Treinamento adicional: R$200 a R$1.000 por sessão
Onde o Residente é diferente: reconhecimento facial nativo, app do morador e suporte por WhatsApp já entram no R$229/mês. O que na maioria dos concorrentes é “módulo pago”, aqui é padrão. Menos linhas na fatura, menos surpresa.
Custos ocultos que pegam o síndico de surpresa
Fidelidade contratual. Alguns sistemas exigem contrato de 12 ou 24 meses, com multa de 30-50% do restante se você quiser sair antes. (No Residente não há fidelidade — se o produto for bom, você fica por vontade própria.)
Taxa de cancelamento. Mesmo sem fidelidade, pode haver cobrança para exportar seus dados na saída. Seus dados são do condomínio — desconfie de quem dificulta a saída.
Atualização de hardware. Se o sistema exige equipamento próprio (câmeras, leitores), a manutenção e a troca ficam por sua conta.
Reajuste anual. Verifique o índice (IGPM, IPCA ou “a critério da empresa”). Reajustes de 15-20% num único ano já aconteceram.
Como calcular o ROI do sistema
“Custa R$229/mês, vale a pena?” Depende do que o sistema economiza. Vamos a um cenário real, usando o preço fixo do Residente.
Condomínio de 80 unidades sem sistema de gestão
| Custo mensal atual | Valor |
|---|---|
| Contador para prestação de contas | R$800 |
| Impressão de boletos e cartas | R$200 |
| Tempo do síndico (20h/mês × R$50/h) | R$1.000 |
| Inadimplência média (sem cobrança automatizada): 12% | R$4.800 |
| Reposição de tags de acesso | R$150 |
| Total estimado | R$6.950/mês |
Mesmo condomínio com o Residente (R$229/mês)
| Item | Valor |
|---|---|
| Sistema de gestão (tudo incluso) | R$229 |
| Contador (reduz 50% do trabalho) | R$400 |
| Impressão (boletos digitais) | R$0 |
| Tempo do síndico (8h/mês × R$50/h) | R$400 |
| Inadimplência com cobrança automática: 5% | R$2.000 |
| Tags (facial nativo incluso) | R$0 |
| Total estimado | R$3.029/mês |
Economia mensal: R$3.921. O sistema se paga mais de 17 vezes. Os números são estimativas, mas a lógica se aplica: cobrança automatizada reduz inadimplência, boletos digitais eliminam impressão, facial nativo elimina tags e o tempo do síndico é liberado para o que importa.
Perguntas que o síndico deve fazer antes de contratar
Use esta lista para pressionar qualquer fornecedor — e repare como o Residente responde “sim” a todas:
1. O preço inclui todas as funcionalidades ou tem módulos pagos? → Residente: preço único, sem módulos. 2. Tem fidelidade? Qual a multa por cancelamento? → Residente: sem fidelidade. 3. Como funciona o suporte e o tempo de resposta? → Residente: WhatsApp com atendimento humano. 4. Consigo exportar meus dados se sair? → Residente: seus dados são seus, sempre. 5. O sistema funciona no celular? → Residente: app nativo iOS e Android. 6. Controle de acesso está incluso ou é à parte? → Residente: facial nativo incluso. 7. Como é a migração dos dados atuais? → Residente: migração acompanhada.
Investimento vs. gasto: a mentalidade certa
Síndicos que tratam o software como “mais um gasto” escolhem o mais barato e se arrependem. Os que entendem como investimento avaliam o retorno.
Um sistema a R$229/mês custa R$2.748/ano. Se ele reduz a inadimplência em 3 pontos num condomínio que arrecada R$40.000/mês, são R$14.400/ano recuperados — retorno de 5x. Se elimina 10 horas mensais de um síndico profissional que cobra R$3.000/mês, são R$1.500/mês economizados. A pergunta nunca é “quanto custa o sistema”. É “quanto custa não ter um”.
Para administradoras: o cálculo muda
Administradoras que gerenciam 10, 50 ou 200 condomínios têm poder de negociação. O Residente oferece condições por volume e app com marca própria (white-label) para quem administra em escala:
- Custo por condomínio gerenciado menor que a economia de tempo da equipe
- Padronização de processos entre todos os condomínios
- App com sua marca que agrega valor percebido e reduz churn de clientes
Se você administra mais de 5 condomínios, fale com a gente para uma proposta por volume.
Vale trocar de sistema?
Se você já usa um sistema e está insatisfeito, a troca envolve custo de migração — mas ficar num sistema ruim também custa: tempo perdido, funcionalidades que faltam, moradores reclamando do app. Faça a conta: se o novo sistema economiza R$500/mês a mais que o atual, a troca se paga em 6 meses.
O Residente Online oferece 30 dias grátis sem compromisso — dá pra testar em paralelo com o sistema atual antes de decidir. R$229/mês para até 100 unidades, sem fidelidade, com reconhecimento facial nativo, app iOS/Android e suporte por WhatsApp. Comece o teste sem risco.